O plano pode evoluir do controlo de sintomas e recuperação da mobilidade para força, equilíbrio, resistência e tarefas específicas.
Redução da limitação funcional
Recuperação de mobilidade
Progressão de força
Treino da marcha ou de tarefas
Regresso ao trabalho ou desporto
Comunicação clínica
Quando necessário, articulamos a evolução com a consulta médica e ajustamos o plano às recomendações pós-operatórias.
O que esperar da primeira avaliação
Começamos por compreender a tua situação, as limitações actuais e aquilo que pretendes recuperar. A avaliação orienta o plano e permite esclarecer o que faz sentido fazer a seguir.
Conversa sobre o problema e os objectivos
Avaliação clínica e funcional
Explicação clara do enquadramento
Plano ajustado e critérios de progressão
Explorar
Continua a esclarecer-te
Serviços, condições e conteúdos relacionados para encontrares o próximo passo adequado.
Dúvidas sobre Reabilitação Pós-Operatória e Ortopédica
Respostas claras às perguntas mais prováveis nesta página. Se ainda tiveres dúvidas, fala connosco.
01Quando devo iniciar fisioterapia depois da cirurgia?+
Depende do procedimento e das orientações do cirurgião. Contacta a clínica com a informação clínica disponível para enquadrar o início.
02O plano respeita restrições médicas?+
Sim. A progressão considera a cicatrização, as restrições definidas e a resposta individual.
03Devo levar o relatório cirúrgico?+
Sim, sempre que possível. Leva também prescrição, exames e indicações do cirurgião.
04A recuperação termina quando desaparece a dor?+
Nem sempre. Mobilidade, força, marcha e capacidade para trabalho ou desporto também orientam a alta funcional.
05Tenho ADSE ou outra convenção. Posso realizar o tratamento na ALEA?+
A ALEA trabalha com diferentes convenções, subsistemas e redes de saúde. A possibilidade de realizar os cuidados ao abrigo de uma convenção depende do acto clínico, da prescrição e das regras aplicáveis. Consulta as condições da tua entidade ou contacta a nossa recepção para confirmação. Consultar convenções, subsistemas e redes de saúde →